Adoração bíblica

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Adoração bíblica
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Grade e Plano
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Certificação
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A primeira edição deste curso foi escrita em 2004, com o objetivo de treinar pessoas ligadas aos ministérios de música, louvor e direção de cultos. Com o tempo ele se mostrou útil para líderes cristãos que queriam entender porque a igreja adota determinadas práticas de culto (diáconos, presbíteros e pastores têm de responder perguntas relacionadas à adoração). Por fim, o conteúdo foi considerado interessante por cristãos que desejam conhecer o que a Bíblia ensina sobre a adoração cristã.

Concluída em 27/02/2017
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Prazos para matrículas
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O interesse é compreensível, pois o que chamamos hoje de “adoração” é cada vez mais um exercício religioso centrado no homem. “Vida” e “espontaneidade” são opostas à “ordem” e “formalidade”. Surgem novas expressões ligadas à adoração e caem preconceitos quanto a estilos e instrumentos musicais. O “momento de louvor” é tanto “preparatório” quanto mais importante do que a exposição bíblica. Falar de “templo” é tido como anacrônico e os “lugares de reunião cristã” são projetados e equipados como galpões industriais e espaços de entretenimento. Sendo assim, proliferam aplausos e danças litúrgicas. E populariza-se o culto como experiência passiva, algo que “eu assisto” e não que eu “ofereço a Deus”.

Há controvérsia por todo lado. Cristãos protestantes e evangélicos afirmam que a Bíblia os dirige, mas na prática, cada denominação (e dentro das denominações, cada congregação) assume uma forma de culto distinta. Há igrejas que não utilizam uma liturgia ou plano de culto. E mesmo entre as que utilizam, não há consenso sobre o formato da adoração — o que é bíblico? O que pode e não pode ser incluído? Como oferecer cultos que agradam ao Deus vivo?” Igrejas litúrgicas julgam as inovadoras. E estas rotulam as litúrgicas como formais, obsoletas (isoladas da cultura) e mortas.

Até o termo “bíblico” exige explicação. Aqui “bíblico” equivale a “proveniente de interpretação sadia da Bíblia”. Porque um culto pode ser “bíblico” e ainda assim herético; por exemplo, a instauração de arcas da aliança, shofar, ósculo santo, véu, exorcismos, línguas e profecias, apesar de utilizar coisas que constam na Bíblia, não é adoração cristã.

Este curso também analisa, mesmo que introdutoriamente, alguns detalhes históricos e confessionais da adoração (o culto conforme a Confissão de Fé e os Catecismos de Westminster).

Por fim, propomos um modelo de culto para igrejas que lutam pela fidelidade às Escrituras e boa tradição, com uma roupagem compreensível, pertinente e contemporânea.

Oramos para que a compreensão destes conteúdos nos motive a cultuar a Deus de modo agradável a ele, “em espírito e em verdade” (Jo 4.23-24).