Dedicação exclusiva

Em Gálatas 1.10, Paulo declara: “Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo”.

Temos de nos dedicar exclusivamente a Deus. Paulo estava certo de que “se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo”. Estas duas coisas são excludentes: ou agradamos a homens ou agradamos a Cristo. Paulo não buscava o aplauso humano, mas a aprovação de Deus, diante de quem ele prestaria contas no último dia (2Co 5.9-10). Paulo seguia a Cristo, que não aceitava glória vinda dos homens, ou seja, não era motivado pelo agrado dos homens e sim de Deus (Jo 5.41-44).

É impossível crer em Cristo e, ao mesmo tempo, buscar a glória dos homens (Jo 5.44). Busquemos unicamente a glória de Deus (Jo 5.44). Quando percebemos que a causa do evangelho está em jogo, sirvamos ao Senhor com exclusividade. Nada de dedicação dividida; Deus deseja nossa entrega completa, somente para sua glória (Is 42.8; Sl 115.1).

Em nossa peregrinação cristã, a glória é sempre de Deus e não nossa. Ele é grande e nós pequenos. Demonstramos isso quando nos dedicamos exclusivamente a ele, motivados a agradá-lo mais do que aos homens. Se em qualquer momento tivermos de escolher entre agradar a Deus ou aos homens, Deus sempre deve ser servido, mesmo que isso nos faça cair no desagrado dos homens. O cristão não cresce na vida baseado em bajulação; o cristão não é confuso em sua devoção; o cristão julga todas as coisas com base na Palavra de Deus e vive e morre para a glória de Deus.

Ao proceder assim, Paulo simplesmente mostrava ser um seguidor de Jesus Cristo. Todos nós somos convocados a andar como seguidores de Jesus, para glória de Deus Pai.

Pr. Misael

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