Refletindo sobre o Natal

A revista SUPERINTERESSANTE (edição 312, dezembro de 2012, p. 54-63) publicou um artigo intitulado Jesus: A Verdade Por Trás do Mito. A matéria choca os cristãos sinceros ao mesmo tempo em que fornece munição para os ataques dos inimigos do cristianismo bíblico.

Neste mês responderemos aos principais ataques. A revista alardeia que Jesus “não nasceu […] no Natal” (p. 56). Hoje entenderemos porque fixou-se 25 de dezembro como data de comemoração do nascimento do Senhor. Para isso, reproduziremos um artigo publicado na SAF em Revista (edição de out/nov/dez/1999, p. 16):

Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro. Simplesmente escolheu-se uma data para comemorar o fato. Isso parece incomodar grandemente alguns líderes religiosos que resolvem abolir, da comunidade que lideram, qualquer comemoração especial à data. […].

Talvez isso aconteça porque se conheça apenas uma parte da sua história […].

A celebração do Natal em 25 de dezembro foi oficializada no ano 570. O dia escolhido é o “Solstício de Inverno” (no Hemisfério Norte), dia em que o sol passa por sua maior declinação boreal, isto é, alcança, ao meio dia, o ponto mais baixo do céu, e cessa de afastar-se do equador. Quanto à luz do sol, é o dia mais curto do ano e com a noite mais longa. A partir dessa data os dias começam a alongar-se novamente.

Os povos pagãos comemoravam esse dia com festas e cerimônias de fertilidade, adorando o Sol Invictus (sol invencível). O símbolo é óbvio: O sol, que parecia derrotado subindo no horizonte cada dia menos, “recupera-se” a partir desse dia e recomeça sua escalada vitoriosa até o ponto mais alto do céu.

Já que os pagãos comemoravam essa data adorando o sol, os cristãos, como reação, passaram, nesse mesmo dia, a comemorar o nascimento de Cristo, o verdadeiro sol da graça.

Maestro Parcival Módolo, texto adaptado pelo Rev. Misael. Publicado no Boletim 153, de 02/12/2012.

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