Sermões from 2013

Exposição de Marcos

13. O reino dividido [Mc 3.20-30]

A blasfêmia contra o Espírito Santo (introdução) 20 Então, ele foi para casa. Não obstante, a multidão afluiu de novo, de tal modo que nem podiam comer. 21 E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si. 22 Os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: Ele está possesso de Belzebu. E: É pelo maioral dos demônios que expele os demônios. 23 Então, convocando-os Jesus, lhes disse, por meio de parábolas:…
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09. O questionamento da devoção de Jesus [Mc 2.13—3.6]

O leão alado é o símbolo do Evangelho de Marcos. Os antigos compreenderam que cada um dos seres mencionados em Apocalipse 4.7 representa um Evangelho. O Leão de Marcos denota coragem e monarquia; além disso, o profeta João Batista é mostrado clamando ou rugindo no deserto. Por fim, os antigos afirmavam que o leão é um animal que dorme com os olhos abertos. Nesse caso, a figura evoca a ideia de ressurreição.
Exposição de Marcos

08. O Redentor acusado de blasfêmia [Mc 2.1-12]

Inicia-se uma nova seção do Evangelho de Marcos. Trata-se do prosseguimento do ministério do Senhor Jesus, agora sob contestação de homens. Não apenas Marcos fala sobre Jesus e o reino. Em um certo sentido, Jesus é o reino — acolher o reino equivale a acolher Jesus. Marcos nos mostra que, desde o início, nem todos o acolhem.

O ministério desimpedido de Jesus: Amor, poder e oração

O que estes cinco relatos têm em comum? Todos foram realizados no início do ministério de nosso Senhor, na Galileia, antes de surgir qualquer oposição de homens à sua mensagem e obra. Todos tem a ver com a implantação do reino de Deus na história. Jesus primeiro anuncia a proximidade do reino. Agora começa a implantá-lo na história.
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05. O início do ministério público de Jesus [Mc 1.14-15]

Chegamos ao relatos dos v. 14-15. Finalmente inicia-se o ministério terreno de Jesus. Até agora nenhuma palavra de Jesus havia sido mencionada. Marcos situa o início do ministério de Jesus logo após o término do ministério de João Batista (v. 14). Enquanto João exerceu seu ministério na Judeia, a região ortodoxa, habitada por judeus que conheciam a Palavra de Deus, Jesus iniciou seu ministério na Galileia, a região heterodoxa, habitada por judeus e não-judeus; uma região de crenças misturadas (v. 14). É nesta região “impura” para o judaísmo ortodoxo que nosso Senhor começa seu ministério.
Exposição de Marcos

04. A tentação de Jesus [Mc 1.12-13]

Chegamos ao relato sobre a tentação de Jesus. Marcos não é o único que faz isso. Lemos sobre a tentação em Mateus 4.12-17 e Lucas 4.14-15. Cada um desses evangelistas sublinha um aspecto peculiar da tentação. Marcos traz o texto mais enxuto — ele não contém, por exemplo, informações específicas sobre cada tentação, nem quaisquer trechos de diálogos entre o Tentador e nosso Senhor Jesus Cristo.
Exposição de Marcos

03. O enigma do batismo de Jesus [Mc 1.9-11]

O que está acontecendo em Marcos 1? Todo este capítulo de Marcos deve ser considerado como uma dobradiça — um mecanismo que, ao abrir, fornece acesso a outro cômodo da divina dispensação. Trata-se, portanto, de um momento singular (único, que nunca se repetirá) de sobreposição de alianças. Aquilo que diz respeito ao AT está sendo atualizado para tudo o que consta no NT. A velha aliança cede espaço à nova aliança. E isso não como uma ruptura, mas como uma atualização e substituição gradual.
Exposição de Marcos

02. A pessoa e a mensagem de João Batista [Mc 1.2-8]

Deus levanta pessoas e dirige circunstâncias a fim de nos alcançar. Nós fugimos dele na rua e ele nos encontra em um beco. Nós evitamos os templos e ele fala conosco em um quarto de hospital, em uma separação ou no recebimento de uma dádiva inesperada. Nós o repudiamos e somos desrespeitosos para com ele. E para provar que não queremos nada com ele, mergulhamos no abismo. Somos engolidos por escuridão de nosso pecado. Tornamo-nos os piores possíveis, remoendo maldade.
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